Ainda não vi o filme, mas recomendo vivamente os textos de F. Scott Fitzgerald.
Se você quiser ler o conto original (em inglês), o link está aqui.
Ainda não vi o filme, mas recomendo vivamente os textos de F. Scott Fitzgerald.
Se você quiser ler o conto original (em inglês), o link está aqui.
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“Consciência de si mesmo ele parecia ter pouca ou nenhuma, ou tanto quanto a que podemos razoavelmente atribuir a um são bernardo” (Herman Melville, em _e sobre_ Billy Budd)
“Ora, é ponto pacífico que nós há algum tempo experimentamos uma grande necessidade de rebarbarização” (Cesare Pavese, em ensaio sobre a obra de Herman Melville)
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Estávamos eu e a minha mochila caminhando pela avenida Francisco Matarazzo, sem guarda-chuva, lenço ou documento. Ah, e havia os carros também, todos parados, comportados, um atrás do outro. Buzinavam, claro. Mas quem não reclama paradão, aquela água, aquele tédio? Os carros são uns excluídos. Não usam guarda-chuva.
Eu também, sozinho, enquanto a cabeça martelava na cabeça [um adendo: enquanto escrevo esse post, a Last Fm me presenteia, depois de uma música do Caetano, com "Medo de Avião", do Belchior] a frase extraída dos sermões do Padre Vieira, os quais recomendo vivamente: no Brasil, até o céu mente. Eu ainda vou fazer um post sobre os sermões do Padre Vieira.
Sai de manhã, olhei, fiz todos os rituais apreendidos [e agora toca Ronnie Von na Last Fm, que antes de cantar recita um poema elegante à moda Zé Bonitinho: "Esqueci meu rosto em espelhos por ai". A música se chama "Meu novo cantar"] na cidade recheada de Pinheiros.
Falhei miseravelmente, enquanto meu médico me olhava abismado: Onde você deixou o carro? E eu tenho de repetir pela enésima vez: doutor, eu não dirijo. Não? Não, doutor, não nasci para isso.
Chega de escrever. A Last FM tá de sacanagem. Lula Santos canta Asa Branca.
Boa noite.
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Quando começou a especulação imobiliária na marginal Pinheiros, lembro de ter lido uma nota em algum jornal sobre granadas encontradas nas margens do rio, e isso de alguma maneira despertou a minha curiosidade juvenil sobre como essas bombas tinham ido parar lá. Até porque eu ainda não estudara a Revolução de 1932, e todas as guerras se confundiam na minha cabeça. Para mim, São Paulo tinha sido bombardeada na primeira ou na segunda guerra mundial, ou até mesmo durante a guerra do Vietnã ou pela União Soviética. Os anos de estudo, mais tarde, acabaram um pouco com a graça até que, mais alguns anos adiante, na faculdade, li um artigo do José de Souza Martins (neste endereço, para assinantes) sobre a Revolução de 1924, quando São Paulo sofreu com bombardeio aéreo. O Martins, nascido em São Caetano, relembra os relatos de quem viveu, durante alguns dias, sob a névoa da guerra. Mais sobre a revolução, aqui, e sobre Martins, aqui.
Agora, o Palácio dos Bandeirantes faz uma exposição sobre 1924 e publica algumas das cartas trocadas entre algumas das pessoas que viveram aqueles tempos. O site é este.


Fábrica da Crespi após bombardeio
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Embaixadores de Venezuela e Bolívia celebram no Irã a ‘vitória’ do Hamas
Comemoração foi promovida por representantes do Hamas para comemorar a saída de Israel de Gaza, o que foi definido como uma vitória para o movimento islâmico
TEERÃ, 20 JAN (ANSA) – Os embaixadores da Venezuela e da Bolívia no Irã participaram nesta terça-feira de uma manifestação de estudantes, junto com representantes do Hamas e da Jihad Islâmica, para celebrar o que definiram como uma “vitória” do movimento palestino sobre Israel nos conflitos da Faixa de Gaza.
Segundo a agência Isna, durante o evento, que ocorreu próximo à Universidade de Teerã, os participantes entoaram slogans contra os países árabes que consideram “cúmplices” de Israel, dentre os quais o Egito. Os manifestantes chegaram a pedir que o presidente do país, Hosni Mubarak, fosse enforcado.
Venezuela e Bolívia, que estreitaram suas relações com o Irã nos últimos anos, anunciaram o rompimento das relações diplomáticas com o Estado de Israel, em razão dos conflitos em Gaza, no dia 14 de janeiro.
Israel anunciou que completaria nesta terça-feira a retirada de suas tropas de Gaza, antes da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama.
COMENTO:
Vocês estão lembrados? A Venezuela e a Bolívia expulsaram os respectivos embaixadores de Israel. Alegaram um suposto bem maior, um protesto, um ato nobre pela paz mundial. Esses países estão com governos macunaímicos. Pedir a “paz mundial” e ir dançar com o governo iraniano, que nega o Holocausto e ninguém sabe se tem ou não bombas atômicas, é sintomático. [início do modo Quico] Só tinha que ser o Chávez mesmo… [fim do modo Quico]
Enquanto isso, no site do PT… (pois é: eles ainda estão se engalfinhando. Era óbvio que uma nota assinada pelo gênio criativo de Valter Pomar não poderia dar certo. Vejam a justificativa que ele usou para comparar Israel aos nazistas: “A nota do PT limita-se a apontar um fato: o exército nazista ficou conhecido por retaliar civis”. Alguém deve ter arrancado todas as páginas do livro de história que o Valter Pomar usa. Tenho a impressão, aliás, que o Genoino as achou. O artigo dele é digno. )
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Durante algum tempo, fui militante. Não riam, por favor. Mi-li-tan-te. Sabe? Na adolescência, tentei impedir que um lixão se instaurasse na minha cidade, montei um grupo para acompanhar e fiscalizar o trabalho da Câmara dos Vereadores, fiz greve na faculdade contra um golpe do diretor. Perdi, com honras, quase todas as batalhas nas quais me meti. E as pessoas contra as quais lutei nunca puderam reclamar que fui desleal, que joguei baixo. Nunca tentei destruir a reputação de ninguém. Há nisso um certo orgulho camponês, que atrapalha parte das vezes: poder dormir sem pedir benção a um mandão local que se tenta impressionar e poder dormir sem sentir o gosto de fel da desonestidade intectual. Os meus adversários eram só isso: adversários. Longe de mim querer que eles pensassem como eu ou querer transformá-los em inimigos. Pronto, tergiversei.
Vamos ao ponto, é preciso ser objetivo. Pois bem. As derrotas doeram, mas não foram elas que me afastaram de uma vida, digamos assim, mais “faça parte, faça a sua parte, e dê a melhor parte de você”. O que me afastou da militância foi perceber o quanto um pensamento liberticida difuso, temperado com alguns toques de moralismo , criou um pequeno monstro que se manifesta como um grande censor de almas. Em alguns setores, em algumas pessoas, uma sensação de terra arrasada diante dos problemas brasileiros misturado com um voluntarismo inconsequente produziu um jeito de pensar que transforma o mundo em uma eterna luta do bem contra o mal. Ou seja: essa turma pensa como os maniqueistas, são anteriores a Santo Agostinho.
A consequencia disso foi proclamar uma verdade: você só tem direito a existir se topar “participar”, assim, entre aspas. Você só tem valor se estiver vinculado a um grupo, se defender uma bandeira, se pertencer a um lugar estipulado, catalogado, bem conhecido. Você não tem valor como indivíduo. Só como categoria. As urgências desse país são tantas e as necessidades, tamanhas, que as pessoas vão para o extremo: você é obrigado a fazer alguma coisa. Entendo os propósitos, mas a justiça se perde entre os meios. É a cidadania forçada, acorrentada, ditada. Essa história nunca termina bem: em nome de algo “”maior”" as pessoas pedem que você sacrifique coisas “”menores”". Como a capacidade de pensar por si mesmo, a liberdade de achar que o mundo não é uma marcha infinita.
E a minha participação, hoje, é não participar. Como diria o Bartleby, do Melville: preferiria não fazer. Senti uma mistura de horror e tédio quando me deparei com alguns dos textos que assolaram a área de comentários do blog do meu amigo Savarese, aqui. Não concordo com tudo que o Savarese escreveu: a obediência cega não é um dos defeitos do meu grupo de amigos. Mas acho que entendi o que ele quis dizer, e acho que a discussão que ele levantou, e muitos dos pontos que ele elencou, são corretos e justos. E, pela primeira vez em algum tempo, me meti em um entrevero.
Entre ataques diversos ao Mauricio, fiz esse comentário (recomendo que você, caro leitor, vá ao blog do Sava, dê uma olhada nos comentários e depois volte a esse blog. Estarei aqui, te esperando. Se tivesse bolachas, citaria Jânio Quadros e diria: oferecer-lhe-ia).
“É justo que as pessoas tenham espaço para andar de bicicleta, com segurança e conforto, e a falta desse direito é ainda mais chocante com a morte da Márcia. Boa parte dos avanços da sociedade civil nos últimos anos aconteceu com movimentos para conquistar direitos específicos, e provavelmente os ciclistas também, cedo ou tarde, vão conquistar todos os direitos que lhes cabem. O que me incomoda, e pelo jeito também ao Savarese, é que uma parte barulhenta dos ciclistas conseguiu transformar essa discussão em uma cruzada. Caiu para o campo moral, tentando imiscuir nas pessoas um sentimento de culpa: se você anda de carro, é malvado. Criou uma clivagem entre dois setores da classe média: os conscientes que andam de bicicleta e são a favor do transporte público contra os ecodesdenhosos, que não poderiam se importar menos com o espaço público. Como todo estereótipo, é só um panfleto que esconde, em alguns casos, uma série de circunstâncias concretas. E acaba se espalhando na base do voluntarismo, sempre moralista: eu faço, e você?
Como os ciclistas têm direito de ter espaço para andar de bicicleta com segurança, eu tenho o direito de não querer me manifestar, de me manter em silêncio. E tenho o direito de achar que os protestos dos ciclistas, inteiramente pelo tom e em parte pelo conteúdo, como um exercício de manha coletivo, se reduziu ao rascunho de choro de crianças mimadas. Tenho essa mesma impressão quando vejo manifestos dos vegetarianos também. São tentativas aparentemente bem-intencionadas, mas escondem um autoritarismo intenso: tentam impor à sociedade todas as suas crenças. Eu, do meu lado, acho que o governo precisa construir ciclovias na periferia da cidade, no entorno dos metrôs. Mas desde que esses recursos não saiam do orçamento da expansão dos terminais e dos corredores de ônibus nem do metrô.
Quanto ao respeito, eu já ficaria bem feliz se os ciclistas não tentassem me convencer de nada. Porque eu não fico tentando convencer nenhum ciclista que andar a pé é uma delícia.”
Pois bem. O que recebo? Não que não fosse esperado. Mas um dos rapazes compara o direito de andar de bicicleta com a luta contra o fim da escravidão. Pela lógica dele, eu seria a favor do navio negreiro. Nossa Senhora do Cerrado! Desse jeito, para jogar um pinguinho de maldade (ok, podem me trucidar agora): Hitler era vegetariano. Churchill, não… Viram como o anacronismo histórico esconde um erro e pode ser usado ao gosto do freguês? Essa comparação Hitler x Churchill não quer dizer absolutamente nada. Como não quer dizer absolutamente nada a comparação que ele fez.
(volte ao blog do Savarese e leia os dois comentários entre os meus comentários. Se quiser, é claro).
Dai eu tive de responder:
“Bruno, André, vossos textos são excertos de um manual autoritário repleto de mistificações. Suas idéias mal conseguem disfarçar a sanha de moldar o mundo aos seus propósitos. E o pior é que você as embrulha em um “pacote de bom senso”, fazendo com que à primeira vistas elas pareçam boas porque ecoam um senso comum recheado de espinhas na face: afinal, quem não quer salvar o planeta? Até o Capitão Planeta queria.
Você comete o erro típico do politicamente correto que embota o pensamento: pega um exemplo histórico, o arranca do contexto, compara a uma situação presente que não guarda nenhuma relação com o assunto em pauta e depois parte para a desqualificação, querendo imputar a mim uma série de atributos. Você tenta personificar em mim o estereótipo dos seus ódios. Desculpe, não sou um personagem dos quadrinhos. Arrume outra pessoa para você pensar à noite enquanto bate os pés no chão e choraminga: “Tia, ele discorda de mim”.
E isso porque eu disse que sou a favor do direito dos ciclistas! Você, na sua tentativa de enquadrar o mundo aos seus ditames, corre rumo ao vazio e se esvazia.
Comparar a escravidão dos negros às bicicletas ofende a memória de todos os negros que morreram nos navios negreiros. Ofende o presente das pessoas pobres das periferias que são descendentes desses negros e que precisam de um carro para usar no final de semana porque, por exemplo, uma irmã mora em Taboão da Serra e o irmão, em Franco da Rocha. Caso você não saiba, faço questão de lhe dizer: isso toma mais de três horas com um trem deficiente e um ônibus periclitante. Você compara coisas incomparáveis e produz algo que me assusta. Seria bom que essas pessoas tivessem bicicletas para lazer e para percursos curtos. É importante que os ciclistas possam pedalar com segurança. Mas mais importante que isso é fazer com que essa multidão de invisíveis tenha o direito de ir e vir sem perder horas de sua vida, apertados em latarias que ofendem a dignidade.
Espero, sinceramente, que você nunca ocupe um cargo público. O mundo governado por você seria um lugar pior para viver.
É por essas e outras que mesmo sendo a favor dos direitos dos ciclistas, faço questão de continuar na minha casa lendo, escrevendo, ouvindo música, ou trabalhando, ou então na janela vendo a chuva cair. Não quero ser confundido com pessoas que acham que podem dispor da liberdade alheia de acordos com o que seus mimos determinam.
Por mim: o fato de vocês serem muitos não me importa. Já se fez muita besteira em nome da maioria nesse mundo. Shakespeare, em Julio Cesar, já sabia que o povo sempre é inconfiável…
No mais: seja feliz. Tanto rancor não combina com a leveza que vocês propões ao mundo. Tentem discutir suas idéias. Mas não esperem que eu aceite passivamente ser submetido a tudo que elas implicam.”
Mas, agora, chega.
Vou voltar para a minha caverna e não quero mais saber de bicicletas. Que os ciclistas possam andar em segurança. Que mortes não mais ocorram.. E que essas pessoas consigam olhar muito mais adiante do que a imagem que se vislumbra no retrovisor instalado no guidão.
Cordialmente, um abraço
mas, antes, fiz uma pequena ressalva em relação ao André: “para ficar mais honesto, um apêndice: a maior parte do texto acima é direcionado ao Bruno. Reli o texto do André. Embora eu ache que ele cai para o autoritarismo, algumas vezes, e, às vezes, um tanto para o paternalismo (uma bicicleta sozinha não faz verão…), ele pelo menos não cometeu essa comparação estapafúrdia (embora insinue que eu não me sensibilizei com a morte da Márcia, o que é mentira) entre a escravidão e o ciclismo. É isso. Boa noite. E quarta-feira tem Campeonato Paulista de futebol”.
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NOTA DE PETISTAS À DIREÇÃO DO PT
16 de janeiro de 2009
Ao companheiro Ricardo Berzoini,
Presidente Nacional do PT,
Nós aqui subscritos, na qualidade de militantes do PT profundamente consternados com a tragédia que vem se desenrolando no Oriente Médio e com o número crescente de vítimas, inclusive de crianças, gostaríamos de manifestar publicamente desacordo com o teor da nota do Partido sobre o conflito, divulgada a 4 de janeiro corrente.
Em nossa visão, a nota posiciona equivocadamente o PT em relação a um conflito de notável complexidade, devido, em síntese, aos seguintes pontos:
i. ignora a posição histórica do Partido, que sempre se pautou pela defesa da coexistência pacífica dos povos;
ii. banaliza e distorce o fenômeno histórico do nazismo;
iii. não registra a necessária condenação ao terrorismo;
iv. não afirma o reconhecimento do direito de existência de Israel negado pelo Hamas;
v. não se coaduna com a posição equilibrada assumida pelo governo brasileiro sobre a questão; e
vi. queima, ao invés de construir, pontes para o entendimento.
Estamos convictos de que o Brasil, conforme propõe o Governo Lula e com base na convivência exemplar das duas comunidades em sua sociedade, pode contribuir para o engajamento das partes na busca de uma paz duradoura, baseada na coexistência pacífica de um Estado Palestino viável e próspero e de um Estado de Israel definitivamente seguro.
Nosso partido pode desempenhar um papel importante no aprofundamento do debate e na defesa, junto às partes e à sociedade brasileira, do caminho do cessar-fogo imediato e do desbloqueio da entrada de ajuda humanitária.
Assinam (até o momento): Alberto Kleiman, Alexandre Padilha, Alfredo Schechtman, Aloizio Mercadante, Ana Copat Mindrisz, Carlos Minc Baumfeld, Clara Ant, Denise Rosa Lobato, Diogo de Sant’Ana, Edna Cassimiro, Esther Bemerguy de Albuquerque, Fernando Haddad, Fernando Kleiman, Itajaí Oliveira de Albuquerque, Ivo Bucaresky, Ivone de Santana, Jaques Wagner, José Genoino, Luciano Pereira da Silva, Marcelo Behar, Marcelo Zero, Marcos Damasceno, Maria Luíza Falcão, Marta Suplicy, Mauricio Mindrisz, Nadia Somekh, Paul Israel Singer, Paulo Moura, Paulo Vannuchi, Pedro Vieira Abramovay, Rômulo Paes de Sousa, Sergio Gusmão Suchodolski, Suzanne Serruya, Tarso Genro, Thiago Melamed de Menezes, Vitor Sarno.
***
COMENTO:
A nota original do PT está aqui. Este é um bom caso que ajuda a desfazer os enganos de que o mundo é um Fla-Flu. Vejam o que Valter Pomar, autor da nota original, respondeu às entidades judaicas que criticaram a nota dele aqui.
Categorias: política
A revista “Horizontes Antropológicos” publica um estudo sobre a “plasticidade das regras do futebol”. O link está aqui.
Eu acho que o pesquisador quis falar desses senhores aqui:

e, quem sabe, desse rapaz também….

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